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Para que serve o Marketing? Agência de Marketing Digital em Sp

Para que serve o Marketing? Agência de Marketing Digital em Sp

Para entender o que é Marketing, pense consigo mesmo: por que existem produtos e serviços?

O ser humano possui necessidades. A cada momento de nosso dia, estamos consumindo produtos e serviços: desde o café da manhã que tomamos, do tênis especial que colocamos para correr, dos produtos de higiene, da roupa que utilizamos para sair, até o travesseiro que repousamos ao final de um longo dia. Quando você para para refletir sobre essa questão, não é exagero dizer que praticamente respiramos produtos e serviços. E o Marketing está aí para isso: ele está presente como o planejamento de um conjunto de práticas que identificam e satisfazem as necessidades de um mercado-alvo, através de produtos e serviços ofertados por empresas, gerando o lucro para estas e a satisfação das necessidades do público, como uma troca.

“Poxa, parece simples. Então eu já faço Marketing na minha empresa todos os dias com os meus negócios”– você pode pensar. Bom, mais ou menos. Vamos entender o porquê.

Se formos pensar o Marketing como mero identificador de necessidades que satisfazem as pessoas, ele sempre existiu, desde quando o homem surgiu. Porém, por volta de 1900, com os frutos da produção em larga escala da Revolução Industrial, os negócios de diversos setores começaram a crescer e a concorrência ficou acirrada. Os anos vão se passando e, cada vez mais, os consumidores são encurralados por muitas opções que atendem às suas necessidades, o que foi gerando uma certa comodidade para as pessoas, mas mais trabalho para os empresários. Atender às necessidades das pessoas ficava cada vez mais complexo, mudando a máxima de que a clientela vai até o estabelecimento para a nova realidade da necessidade de correr atrás de clientes . Assim, entendeu-se que uma nova área precisava ser estudada e especialistas iniciaram a criação de teorias de como atrair a clientela em meio ao crescente mercado – e aí o Marketing nasce como uma ciência.

Essa ciência se baseia em variáveis, os conhecidos 4 Ps – ou Mix de Marketing – que norteiam as ações a serem tomadas:

Preço: literalmente quanto vale o seu produto ou serviço. Ele depende de fatores como custos, valor agregado, concorrência e engloba condições e período de pagamento,

Praça: onde o cliente pode encontrar seu produto. A internet mudou a forma como esse P era visto pelos especialistas.

Produto: refere-se às características do produto. Assim, entende-se a quem e para qual finalidade esse produto pode ser negociado.

Promoção: engloba a comunicação, a publicidade e propaganda e, enfim, as estratégias de divulgação para atrair os clientes. Nesta área, é importante o auxílio de especialistas, pois é a área responsável pela comunicação de seus negócios com o mercado-alvo.

Além desses Ps, recentemente foram surgindo outros, como o de Paixão (o que transforma as pessoas em completos admiradores da marca).

Como o mercado nunca para se crescer, o Marketing tradicional ganhou diversas vertentes, que a cada momento, com o avanço e mudanças em áreas tecnológicas, econômicas e comportamentais, se fortificam, se reformulam e até impulsionam a criação de novas, tais como: Marketing Digital, Inbound Marketing, Outbound Marketing, Marketing de Exclusividade, Marketing de Incentivo, Endomarketing, Marketing Esportivo, Marketing Cultural, Remarketing, Marketing Direto, Marketing Indireto, Marketing de Conteúdo, Marketing Promocional, Live Marketing, Marketing de Guerrilha e muitos outros Marketings que um bom especialista compreende e sabe utilizá-los em prol de seus negócios.

O profissional de Marketing relaciona esses Ps às diversas vertentes, para criar estratégias coordenadas em um plano de marketing ideal. Estratégias efetivas são aquelas que refletem a melhor proposta de valor para os consumidores e atraem um mercado-alvo definido. Esse especialista sabe como agir conforme cada cenário, levando sempre em consideração o seu público-alvo, e entende que as variáveis do Mix de Marketing se relacionam e se afetam entre si; por exemplo, quando uma empresa decide que a sua base competitiva é o preço, todas as outras variáveis, bem como as vertentes de Marketing escolhidas, vão dar suporte a ações cuja a característica preço é agressiva.

Fale com seu especialista. Ele certamente o ajudará a traçar os seus 4 Ps de maneira eficaz e fará um bom plano de Marketing.

Criação de conteúdo: 5 dicas simples, mas matadoras

Criação de conteúdo: 5 dicas simples, mas matadoras

 Você está lendo a primeira frase do artigo. Espero que leia esta também. E, assim, sucessivamente. Cada período, frase, palavra e elemento deve ser estrategicamente pensado na sua criação de conteúdo para estimular a leitura do usuário. Mas, daí, vem a pergunta: como gerar esse interesse?

Além da utilidade do conteúdo, é preciso focar nos elementos que facilitam o seu consumo. O conteúdo pode assumir várias formas (como materiais audiovisuais), mas nos ateremos, pelo menos neste artigo, ao bom e velho conteúdo de Blog.

E vai além de boa gramática: é preciso criar gatilhos textuais e visuais para que o material seja adaptado a um padrão comportamental. Vamos às dicas:

1 – Subtítulos: sumarize os objetivos e informações-chave

Subtítulos facilitam a leitura, pois segmentam as ideias do conteúdo em sessões. Ainda, sumarizam as informações, de modo que o leitor possa fazer uma leitura dinâmica – que falaremos mais sobre. Muitas pessoas “batem os olhos” nos subtítulos antes de efetivamente lerem o artigo. Portanto, utilize-os ao seu favor para deixar seus materiais mais ricos e interessante.


2 – Espaços em branco deixam o seu conteúdo matador

Quem diria que o que torna o seu texto mais atrativo são justamente os espaços não ocupados por ele? Espaços em branco entre os parágrafos, sessões e laterais estimulam a leitura do conteúdo. Isso porque seu artigo fica bem menos cansativo e organizado. Para utilizar esta dica de forma matadora, limite seus parágrafos entre 3 a 5 linhas, cada um. Observe que fizemos isso ao longo deste artigo.

3 – Leitura dinâmica – a mágica da Leitura em “F”

Todas os profissionais que trabalham com produção de conteúdo sabem que obter o clique para o material é apenas parte da estratégia. Antes de consumir o seu conteúdo, o usuário realiza uma pré-leitura para compreender se vale a pena investir seu tempo naquele material – e essa é a tal leitura dinâmica, ou em “F”.

https://www.webmarketing-conseil.fr/comment-faire-publicite-google/triangle-or-google/?sfw=pass1528148213

Fonte: https://www.webmarketing-conseil.fr/comment-faire-publicite-google/triangle-or-google/?sfw=pass1528148213

A leitura dinâmica é uma análise feita pelo usuário para compreender o escopo e a relevância do conteúdo. Graficamente, a análise segue um formato em “F”, conforme imagem acima.

Na prática, para tirar proveito desse comportamento, diagrame seus textos com o alinhamento à esquerda. Ainda, as informações-chave devem ser inseridas logo no início de cada sessão de seu conteúdo, para o melhor aproveitamento deste padrão. Assim, você terá uma diagramação que favorece a leitura de seu artigo.

4 – Pontuação: recursos gráficos matadores

Imagine ler um conteúdo que parece não ter fim, porque sempre tem uma vírgula aqui e lá, daí, você nem absorveu a última frase e já tem que compreender esta aqui, e depois eu descrevo outra informação, e… PARE! Ufa. Difícil consumir um conteúdo assim, não é mesmo?

Ei, não existe só vírgula! Para que parágrafos como o anterior sejam evitados, utilize os demais sinais de pontuação a seu favor.

A intenção não é fazer desta sessão uma aula de pontuação, visto que seria necessário muito mais que este espaço. Por isso, vamos elucidar alguns pontos básicos para o uso dos recursos gráficos de forma matadora:

  • Vírgula (,): para separar termos da oração ou orações em um período. Não se lembra o que é oração e período? Fique tranquilo. Vamos elucidar: a vírgula separa os complementos de uma ideia;
  • Ponto (.): aponta o final de uma frase ou discurso. Para ficar mais claro: indica a finalização de uma ideia;
  • Ponto e Vírgula (;): indicado para enumeração, especificação e/ou relação de orações, apontando que o período não acabou. Clarificando: relaciona ideias que se complementam ou se especificam;.
  • Dois pontos (:): anuncia uma citação ou síntese do que foi dito; evidencia uma ideia.

criação de conteúdo 2

A menina comprou um laço de cabelo caramelo que cria uma bonita combinação de tonalidades com seus cabelos e olhos cor de amêndoas e sua pele também é dourada por isso ela ficou satisfeita com o resultado visual.

Para elucidar as explicações acima, utilizamos o conceito de ideia. Vamos ao exemplo: A menina comprou um laço de cabelo caramelo (ideia 1) que cria uma bonita combinação de tonalidades com seus cabelos e olhos cor de amêndoas (2), sua pele também é dourada (ideia 3) e ficou satisfeita com o resultado visual (ideia 4).

Hm… Confuso e cansativo de ler, não? Então, vamos reescrever o trecho acima utilizando as pontuações descritas anteriormente:

A menina comprou um laço de cabelo caramelo. Ele cria uma bonita combinação de tonalidades: seus cabelos e olhos têm cor de amêndoas; sua pele, dourada. Por isso, ela ficou satisfeita com o resultado visual.

criação de conteúdo

Ah, agora sim! Não está mais fácil de compreender? Mesmo suprimindo ou adicionando algumas palavrinhas (que pode muitas vezes ser necessário), mantivemos as ideias do texto e apenas organizamos sua estrutura com os recursos gráficos.

5 – Nunca pare de se atualizar!

Escreva, reescreva, mas nunca pare de estudar! As dicas aqui são importantes, mas há uma infinidade de informações que você precisa saber para uma criação de conteúdo matadora. Quer se atualizar? Então, assine nossa newsletter para receber materiais e oportunidades exclusivas de Marketing de Conteúdo e Marketing Digital.

 

O que é Inbound marketing?

O que é Inbound marketing?

Então prepare-se para ler atentamente esse conteúdo, pois esta brilhante ferramenta está se posicionando como o novo Marketing e tem ajudado ( e muito!) pequenos e médios negócios, pelo fato de ser muito mais barata e ser mais efetiva para gerar leads qualificados do que o Marketing Tradicional (que ficou conhecido como Outbound).

A diferença do Outbound (tradicional) para o Inbound

A principal diferença é a forma como as duas ferramentas se comunicam com o público.

No Outbound, você corre atrás de prospects através de mídia intrusiva, como um comercial que muitas pessoas não querem ver mas são obrigadas, um banner que “pula” na tela antes de se chegar ao conteúdo de um blog, quando você entrega flyers que as pessoas não querem ver e, enfim, qualquer tipo de ação de comunicação que as pessoas se sintam obrigadas a absorver. O mais interessante é que, no Marketing Tradicional, tenta-se ao máximo segmentar o público-alvo para que a mensagem chegue a quem tem que chegar, mas de fato uma parte das pessoas não é o público daquele produto do comercial e mudará de canal, ou não lerá nada daquele banner intrusivo, ou simplesmente jogará o flyer no lixo na próxima esquina. Com o Inbound o caminho é inverso: os prospects correm atrás de você. Mas por quê? Porque essas pessoas estão interessadas no que você tem a apresentar e pesquisam por isso. O Inbound utiliza-se da internet de maneira inteligente, para que você sempre esteja lá para ser a resposta dos problemas dos prospects. Ao contrário do flyer, do comercial e do banner saltitante, todas as pessoas que clicam no seu conteúdo tem algum tipo de interesse no seu expertise! E para ficar melhor: é uma ferramenta 100% mensurável – todas as suas ações podem ser medidas e analisadas, fazendo com que você se transforme em uma máquina de conteúdo e resultados do seu segmento!

O Inbound na prática

Você sabia que mais de 90% das pessoas utilizam a internet para decidir sobre uma compra, tanto para negócios B2C quanto para B2B, e que a internet tem um peso maior do que a própria indicação de amigos, familiares e colegas? Aliás, é bem comum ir dar aquela conferida na internet depois que alguém de confiança indica algum produto/serviço.

Fazer o Inbound na prática é considerar esses dados valiosos e utilizar esse novo comportamento do consumidor ao seu favor. O consumidor quer ser educado. Ele quer entender e aprender sobre o segmento do produto em questão, quer ter a certeza de que avaliou todas as informações importantes para realizar uma boa compra. Além disso, ele quer se relacionar, se sentir especial. Assim, no Inbound, sua função é educá-lo, ao mesmo tempo em que esse processo possibilita um relacionamento sem igual entre prospects e a empresa.

Blogs, e-books, webinars, whitepapers – dentre tantos outros – são alguns dos formatos pelos quais você pode produzir conteúdo relevante para educar seus prospects. Mas não é simplesmente ir produzindo conteúdo sobre aquilo que você acha interessante e esperar cliques e downloads no seu site. É preciso estudar o seu público e definir uma persona, que é um perfil de cliente ideal para seu negócio.

Entendendo e traçando a persona de seu negócio, você está apto para produzir conteúdo relevante, que deve ser otimizado com um ótimo SEO (conjunto de ações que vão otimizar o conteúdo na busca orgânica) e ter uma ótima divulgação através das mídias sociais e e-mail marketing.

Mas e os leads qualificados- como são gerados? Você cria o conteúdo estrategicamente através dos formatos citados, e oferece algum conteúdo muito especial para se fazer o download em uma landing page. Nela, o prospect se propõe a deixar seus dados para adquirir aquele conteúdo, e assim você o converte em lead, e, com mais conteúdo, você vai encaminhando-o para qualificá-lo, para mais tarde transformá-lo em cliente, em um processo contínuo de relacionamento. Afinal, fica mais fácil comprar com quem você já conhece e responde todas as suas perguntas.

O que eu posso ganhar com o Inbound?

  • Leads qualificados
  • Tornar-se autoridade no segmento
  • Criar empatia
  • Tornar-se uma máquina de resultados, com um Marketing 100% mensurável, analítico e reflexivo
  • “Top of Mind” da internet – se você sempre cai nos resultados da busca do seu segmento, você é lembrado por quem busca informações.
  • Fazer ações digitais que realmente dão resultados, gastar menos dinheiro e ganhar muito mais.

Pontos para se considerar ao implantar o Inbound Marketing para os seus negócios

Seu site: ele é responsivo (o conteúdo se adapta a diversas plataformas, desde um computador até um smartphone), é agradável e intuitivo? Antes de pegar papel e caneta para traçar a sua estratégia, o principal é ter um bom site. Afinal, é através dele que todo o seu conteúdo será gerado, e é ali que acontece a conversão dos prospects e é onde eles podem decidir sobre o momento de compra quando estão em dúvida entre o seu produto e o dos concorrentes. As pessoas demoram apenas alguns segundos para decidir se continuam ou não em um site, e basta alguma distração ou dificuldade para que fechem a aba sem dó. Não perca oportunidades por não oferecer o básico.

Suas metas: Quais são suas metas com o Inbound? É gerar leads? Relacionar-se? Vender mais? A ferramenta é capaz de fazer tudo isso e muito mais, mas tenha em mente e em documento metas definidas para ter resultados sólidos.

Seu expertise para realizar as ações: de nada adianta criar uma excelente estratégia se não tem como colocá-la em prática. Landing pages, e-mail marketing, conteúdos, design, e-books, SEO precisam ser executados de uma maneira correta para gerar resultados. Se você não tem expertise nisso, não se arrisque e perca seu tempo. Considere conversar com especialistas no assunto e deixar que o façam por você e foque naquilo que o faz ser o melhor!