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Métrica e KPI no Marketing Digital: qual é a diferença?

Métrica e KPI no Marketing Digital: qual é a diferença?

Métrica e KPI no Marketing Digital: qual é a diferença? Entenda para não tomar atitudes precipitadas para campanhas e o seu negócio.

No Marketing Digital, as métricas e KPIs são essenciais para se entender se as campanhas estão cumprindo com o esperado, corrigir erros e desenvolver melhorias.

Portanto, quem trabalha com Marketing Digital não deve ter dúvidas sobre a diferença entre elas, já que análises erradas podem desencadear ações precipitadas.

Dito isto, vamos entender o conceito de métricas: tratam-se de dados brutos que por si só não apontam valores que provam a eficiência das campanhas ou de seu negócio. São números isolados que representam, na maior parte das vezes, comportamentos ou informações do site. Já as KPIs (Key Performance Indicators) são indicadores que se baseiam nas métricas, dados lapidados que revelam a eficiência de sua estratégia ou seu negócio.

Vamos ao exemplo?

Paulo tem uma loja online de canecas personalizadas. No mês de fevereiro, a loja virtual recebeu 1.000 visitas e realizou 225 vendas. Além disso, investiu R$ 500,00 em Marketing Digital e obteve um ganho de R$ 3.000,00.

Métricas do enunciado – como citei, são simplesmente os dados brutos, que são:

  • 1000 visitas na loja virtual
  • 225 vendas
  • R$500,00 em investimentos
  • R$ 3.000,00 em ganhos

Transformando essas métricas em KPIs, temos:

  • Taxa de conversão: 225/1000 x 100 = 22,5%
  • ROI: [(3000 – 500)/ 500] x 100 = 500%

Então a loja virtual de Paulo tem uma taxa de conversão de 22,5% e um ROI (Retorno de Investimento) de 500%! Obviamente existem muitas outras métricas e KPIs que devem ser utilizadas para o seu negócio, como Taxa de Rejeição, CAC (Custo de Aquisição de clientes), dentre outras.

Quer resultados igual ao do Paulo do enunciado?
Fale com os nossos especialistas em Marketing Digital. =)

 

Qual a importância dos Leads para o seu negócio?

Qual a importância dos Leads para o seu negócio?

Qual a importância dos Leads para o seu negócio? Com o crescimento do Marketing Digital, o termo tem se espalhado muito entre os empreendedores. Mas qual é o verdadeiro impacto deles para o seu negócio?

O que é Lead?

Leads são pessoas identificáveis que têm interesse em seu produto/serviço de alguma forma. Identificáveis pois sabe-se informações acerca delas, tais como nome, e-mail, empresa, interesse ou área de atuação, por exemplo. Essas pessoas deixam seus contatos em troca de algum brinde – ou, como chamamos, isca digital – que pode ser uma amostra grátis ou mesmo conteúdos nos mais diversos formatos que contenham informações relevantes para elas.

Quando surgiu o termo Lead?

Por mais que o conceito de Lead pareça ser algo atual, não se engane: é mais antigo do que imagina. Se já trabalhou ou conhece alguém que atuou em empresas de origem americana, você deve saber que esse termo é utilizado, pelo menos, entre o final dos anos 90 e anos iniciais de 2000. É não é à toa: a prática desse tipo de gestão centrada em pessoas que tem interesse em seu produto ou serviço e setor, com monitoramento e categorização de seus comportamentos e atitudes tem sido a base de muitas empresas americanas de sucesso por no mínimo 20 anos.

A popularização do Inbound Marketing por empresas de automação como a americana Hubspot e a brasileira Resultados Digitais foi responsável pela notoriedade do termo. Agora, com a presença indispensável do Marketing Digital nas estratégias das empresas dos mais diversos portes, o conceito de Lead tem participado ativamente de muitas reuniões de empreendedores antenados às mudanças do mercado.

Qual a importância dos Leads?

São inúmeros os benefícios que os Leads podem trazer às suas campanhas de Marketing e negócio como um todo. A seguir, listei os principais fatores que tornam os leads tão importantes para a sua empresa:

Relacionamento com potenciais clientes: com tantas opções de compra em apenas alguns cliques, a aquisição de clientes cabe àqueles que conquistam antes o coração deles. Resolver problemas e informar, antes mesmo de vender o produto em si, é a chave para atrair a atenção desses prospects. Com um relacionamento, as pessoas se sentem mais confortáveis para finalizar o negócio por causa da confiança transmitida pela sua empresa.

Mensuração das campanhas de Marketing Digital: com os Leads fica bem mais fácil entender as métricas e KPIs (Indicadores de performance) do seu negócio.  Você compreende, por exemplo, a taxa de conversão, quem são e como se comportam os potenciais compradores e quais são as necessidades de melhoria para aumentar ainda mais as suas vendas.

Captação de clientes pela internet: de nada adianta ter um site que receba visitas, mas que não esteja preparado para converter esses visitantes em Leads. Sua empresa pode estar perdendo inúmeras possibilidades de negócio quando você não desenvolve uma estratégia sólida para captação de leads e prepara o layout do seu site para isso. É como deixar um vendedor parado, já que seu site trabalha 7 dias por semana e 24 horas por dia. A chamada geração de Leads é justamente importante por isso: você cria uma ponte entre seu site e pessoas interessadas.

Gerenciamento de Leads

Captar leads não significa necessariamente fechamento de negócio. É por isso que o gerenciamento de Leads é outro ponto de relevância para que assim exista um processo coerente de classificação deles. A grosso modo, os Leads vão recebendo pontuações de acordo com as suas atitudes (geralmente consumo de conteúdos, download de materiais, inscrições em webinars e etc.) em duas categorias:

Marketing Qualified Lead (MQL) ou Lead Frio: é aquele que tem interesse em seu produto ou serviço, mas ainda não está pronto para a compra, seja por falta de informação, pela consideração das alternativas ou outros fatores. Por isso o relacionamento com eles se faz tão importante para que possam avançar rumo a concretização da compra com sua empresa.

Sales Qualified Lead ou Lead Quente: trata-se do Lead pronto para realizar a compra! Ele já tem informação suficiente e está certo de que é o seu tipo de produto e/ ou serviço que solucionará o problema dele. Na prática, são eles quem devem ser enviados para sua equipe de vendas entrar em contato. Assim, o seu CAC (Custo por Aquisição de Clientes) é reduzido, e sua equipe de vendas não perde tempo com pessoas que ainda não estão prontas para realizar a compra de fato.

Algumas empresas esmiuçam ainda mais a classificação dos Leads. Isso vai depender do seu tipo de produto e de como ocorre a jornada de compra.

Qual a relação de Leads no funil de vendas?
Justamente esse “score” citado no subtítulo anterior é o que vai encaminhar os Leads no funil de vendas. Conforme já mencionei, de acordo com o comportamento, eles serão classificados rumo a base do funil, para que estejam prontos para realizar a compra.

Inclusive, vale responder uma dúvida comum: todos os visitantes passarão naturalmente pelas etapas definidas no meu funil de vendas? A resposta é: não. Você pode receber visitantes que já tenham informações suficientes para pedir um orçamento, por exemplo e fechar negócio. Então, realize as suas estratégias e iscas digitais com toda atenção e carinho, para que você possa captar pessoas interessadas nas mais diferentes etapas do funil, inclusive, de concorrentes que tenham pecado em alguma delas.

 

Como Fazer um Logotipo Profissional?

Como Fazer um Logotipo Profissional?

Logotipo grátis!

Dá para se criar um logotipo grátis? Dá sim. Mas já ouviu aquela máxima de que “o barato sai caro?”. Pois bem. “Geradores de logotipo” gratuitos não levam em consideração uma série de fatores que um bom profissional considera. Profissionais de Design estudam muitos anos e dominam programas gráficos para criar logotipos únicos. Estudo das cores, psicologia, objetivos e metas da empresa, valores, público-alvo e singularidade – tudo isso deve ser transmitido em um símbolo com coerência, estética e pregnância (que é a capacidade daquele símbolo de ser percebido). O grande problema desses geradores é que por não levarem esses importantes pontos em consideração causam problemas sérios de comunicação da marca. E isso tem algum impacto nas vendas? Muito! Imagine o seguinte exemplo: você vende joias de luxo, mas criou um logo grosseiro, que não representa os valores e atrai o público-alvo. Se a marca é a porta de entrada, você acha mesmo que os potenciais clientes vão ter interesse em adquirir seus produtos? Nunca! Provavelmente, pensarão que há menor valor agregado nos seus produtos e não vão querer conhecê-lo. Mas então logotipos bons só são importantes para artigos de luxo? Não! Todas as classes e ramos têm “suas regrinhas de ouro” – e profissionais bons as dominam como ninguém. Moral da história: Há um estudo importante por trás da criação de marcas para que a comunicação seja clara!

Sites de concorrência

São bons para empresários que gostam de ter muitas opções em mão, mas pense no seguinte fato: há profissionais muito bons que participam dessas concorrências, mas infelizmente há profissionais que não são designers que apenas conseguem utilizar os programas gráficos. O que tem de ruim nisso? Você pode escolher o que achou mais bonito, mas nem sempre o mais bonito é o melhor e mais profissional. O que ocorre? O mesmo do item anterior: problema de comunicação da marca e impacto – negativo- nas suas vendas! Moral da história: o melhor logo não é aquele “mais bonito”, que tem a “cor que você gosta”. Por isso, fale com o profissional. Sua marca deve estar de acordo com o mercado. Ela é tão importante quando a venda de seus produtos e serviços. Cuidado!

Freelancers e Agências

São as opções mais adequadas para que você crie um logo profissional, coerente e estético. Você pode encontrar muitos freelancers bons no mercado, bem como agências de diferentes portes para não só criar o seu logotipo, mas pensar em estratégias de lançamento e gestão de marca. Procure por seus portfólios e converse com eles.

Moral da história: O logotipo bem feito agrega valor. Marca. É um dos bens valiosos de suas empresa. Se não fosse assim, não existiriam agências com foco só em Branding (que é gestão de marca). Pensar em um logotipo é pensar no depois: até em como vai ser o atendimento, as pessoas, o ambiente. É a personalidade, a digital de sua empresa, que vai mostrar ao mercado quem você é. Quer um exemplo? Observe a imagem da café do Starbucks. Você olha o logotipo no café, e já pensa no ambiente, nas mesas acolhedoras, nas conversas, no atendimento, no sabor e na qualidade… E sem o logotipo, o que é? Um cafezinho qualquer.

Criação de conteúdo: 5 dicas simples, mas matadoras

Criação de conteúdo: 5 dicas simples, mas matadoras

 Você está lendo a primeira frase do artigo. Espero que leia esta também. E, assim, sucessivamente. Cada período, frase, palavra e elemento deve ser estrategicamente pensado na sua criação de conteúdo para estimular a leitura do usuário. Mas, daí, vem a pergunta: como gerar esse interesse?

Além da utilidade do conteúdo, é preciso focar nos elementos que facilitam o seu consumo. O conteúdo pode assumir várias formas (como materiais audiovisuais), mas nos ateremos, pelo menos neste artigo, ao bom e velho conteúdo de Blog.

E vai além de boa gramática: é preciso criar gatilhos textuais e visuais para que o material seja adaptado a um padrão comportamental. Vamos às dicas:

1 – Subtítulos: sumarize os objetivos e informações-chave

Subtítulos facilitam a leitura, pois segmentam as ideias do conteúdo em sessões. Ainda, sumarizam as informações, de modo que o leitor possa fazer uma leitura dinâmica – que falaremos mais sobre. Muitas pessoas “batem os olhos” nos subtítulos antes de efetivamente lerem o artigo. Portanto, utilize-os ao seu favor para deixar seus materiais mais ricos e interessante.


2 – Espaços em branco deixam o seu conteúdo matador

Quem diria que o que torna o seu texto mais atrativo são justamente os espaços não ocupados por ele? Espaços em branco entre os parágrafos, sessões e laterais estimulam a leitura do conteúdo. Isso porque seu artigo fica bem menos cansativo e organizado. Para utilizar esta dica de forma matadora, limite seus parágrafos entre 3 a 5 linhas, cada um. Observe que fizemos isso ao longo deste artigo.

3 – Leitura dinâmica – a mágica da Leitura em “F”

Todas os profissionais que trabalham com produção de conteúdo sabem que obter o clique para o material é apenas parte da estratégia. Antes de consumir o seu conteúdo, o usuário realiza uma pré-leitura para compreender se vale a pena investir seu tempo naquele material – e essa é a tal leitura dinâmica, ou em “F”.

https://www.webmarketing-conseil.fr/comment-faire-publicite-google/triangle-or-google/?sfw=pass1528148213

Fonte: https://www.webmarketing-conseil.fr/comment-faire-publicite-google/triangle-or-google/?sfw=pass1528148213

A leitura dinâmica é uma análise feita pelo usuário para compreender o escopo e a relevância do conteúdo. Graficamente, a análise segue um formato em “F”, conforme imagem acima.

Na prática, para tirar proveito desse comportamento, diagrame seus textos com o alinhamento à esquerda. Ainda, as informações-chave devem ser inseridas logo no início de cada sessão de seu conteúdo, para o melhor aproveitamento deste padrão. Assim, você terá uma diagramação que favorece a leitura de seu artigo.

4 – Pontuação: recursos gráficos matadores

Imagine ler um conteúdo que parece não ter fim, porque sempre tem uma vírgula aqui e lá, daí, você nem absorveu a última frase e já tem que compreender esta aqui, e depois eu descrevo outra informação, e… PARE! Ufa. Difícil consumir um conteúdo assim, não é mesmo?

Ei, não existe só vírgula! Para que parágrafos como o anterior sejam evitados, utilize os demais sinais de pontuação a seu favor.

A intenção não é fazer desta sessão uma aula de pontuação, visto que seria necessário muito mais que este espaço. Por isso, vamos elucidar alguns pontos básicos para o uso dos recursos gráficos de forma matadora:

  • Vírgula (,): para separar termos da oração ou orações em um período. Não se lembra o que é oração e período? Fique tranquilo. Vamos elucidar: a vírgula separa os complementos de uma ideia;
  • Ponto (.): aponta o final de uma frase ou discurso. Para ficar mais claro: indica a finalização de uma ideia;
  • Ponto e Vírgula (;): indicado para enumeração, especificação e/ou relação de orações, apontando que o período não acabou. Clarificando: relaciona ideias que se complementam ou se especificam;.
  • Dois pontos (:): anuncia uma citação ou síntese do que foi dito; evidencia uma ideia.

criação de conteúdo 2

A menina comprou um laço de cabelo caramelo que cria uma bonita combinação de tonalidades com seus cabelos e olhos cor de amêndoas e sua pele também é dourada por isso ela ficou satisfeita com o resultado visual.

Para elucidar as explicações acima, utilizamos o conceito de ideia. Vamos ao exemplo: A menina comprou um laço de cabelo caramelo (ideia 1) que cria uma bonita combinação de tonalidades com seus cabelos e olhos cor de amêndoas (2), sua pele também é dourada (ideia 3) e ficou satisfeita com o resultado visual (ideia 4).

Hm… Confuso e cansativo de ler, não? Então, vamos reescrever o trecho acima utilizando as pontuações descritas anteriormente:

A menina comprou um laço de cabelo caramelo. Ele cria uma bonita combinação de tonalidades: seus cabelos e olhos têm cor de amêndoas; sua pele, dourada. Por isso, ela ficou satisfeita com o resultado visual.

criação de conteúdo

Ah, agora sim! Não está mais fácil de compreender? Mesmo suprimindo ou adicionando algumas palavrinhas (que pode muitas vezes ser necessário), mantivemos as ideias do texto e apenas organizamos sua estrutura com os recursos gráficos.

5 – Nunca pare de se atualizar!

Escreva, reescreva, mas nunca pare de estudar! As dicas aqui são importantes, mas há uma infinidade de informações que você precisa saber para uma criação de conteúdo matadora. Quer se atualizar? Então, assine nossa newsletter para receber materiais e oportunidades exclusivas de Marketing de Conteúdo e Marketing Digital.

 

Como fazer minha marca ficar conhecida?

Como fazer minha marca ficar conhecida?

Como fazer minha marca ficar conhecida? – Se você anda se fazendo essa pergunta, as etapas que criamos a seguir são para você:

Primeiro: vamos colocar os pingos nos is?

Você tem uma marca. Tem um negócio. E quer divulgá-lo. Antes, você deve fazer uma análise, já que a sua marca envolve desde o logotipo até seu atendimento. Todo esse conjunto (como o já citado logotipo, site, atendimento, espaço físico, embalagem de entrega, visão, missão e valores etc.) estão em sintonia enviando a mesma mensagem para o público? Se você pensar em divulgação antes de observar todo esse sistema de seus negócios, certamente você terá uma marca sem identidade, que gera confusão e não fica na cabeça do público. Conheça vastamente o seu mercado, seus concorrentes, seu público e seu comportamento, seu posicionamento, liste em um documento para traçar um bom plano de Marketing.

Gosto muito de dar o exemplo de Starbucks, que possui uma estratégia de marca incrível. Por que as pessoas pagam R$ 14,00 em um café por lá e reclamam dos R$ 3,00 pagos no café da padaria perto de casa? Porque há um trabalho incrível de marca, no qual tudo está convergindo para a mesma mensagem: vendemos a sua melhor experiência em café, a sua parada favorita. O ambiente confortável e convidativo, o atendimento personalizado, a qualidade – tudo convergindo para criar uma marca de personalidade, forte. E quando expliquei que há um sistema, enfatizo que ele é complexo: desde as cores que você utiliza em sua identidade visual (nada de usar amarelo na sacola porque é bonito, sendo que o logo é vermelho e azul!) Até a forma como será a entrega do produto.

Segundo: Plano de Marketing

Recolha as informações e crie um plano de Marketing. Ele nada mais é do que um plano de ações a serem tomadas com metas a serem atingidas, levando um objetivo em consideração – aumentar as vendas ou, por exemplo, ser reconhecido. Nele, você pode documentar:

Macroambiente: o ambiente em que a empresa está inserida, englobando a política, a economia, cultura, o jurídico, demografia e tecnologia. Qual é o impacto desses ambientes em sua empresa? Há oportunidades? Há desafios?

Microambiente: são todos os stakeholders que impactam seu negócio mais diretamente: clientes, fornecedores, concorrentes, público-alvo.

Público-alvo: quem são eles? Especificar apenas que são, por exemplo, mulheres de 18 a 28 anos, solteiras que moram na região sul não basta. Vá além: qual é o comportamento delas? O que fazem? seus hobbies? Seus desafios e,- mais importante – como o seu produto/ou serviço pode ajudá-las a solucionar essas questões? Uma dica interessante é observar a sua própria cartela de clientes para traçar esse comportamento.

Concorrência: o interessante em analisar a concorrência é para entender qual pode ser o seu diferencial. Análise o que fazem, como fazem, e como você pode fazer melhor e diferente, sempre pensando em agregar valor a seus clientes.

Recursos: quais são os recursos humanos, materiais e financeiros que você dispõe? Estipule uma verba de Marketing, determine um cronograma de ações para seus colaboradores.

Ações: quando você analisar todas as informações documentadas, perceberá que as ações de Marketing serão muito mais fáceis de serem pensadas. “Devo fazer uma divulgação no facebook? Entendi que meu público o utiliza constantemente e passa grande parte do tempo na internet, e meus concorrentes não têm campanhas sólidas online” – você conseguirá enxergar boa oportunidades para seu negócio como deste exemplo.

Sempre registre suas ações, mesmo as que tiveram resultados negativos. Isso gerará um histórico importante que enriquecerá seu conhecimento sobre os seus negócios e seu ramo, ajudando-o a aprimorar cada vez mais o seu plano de Marketing.

Se você tem dúvidas de como criar o seu plano, fale com um especialista, mesmo que seja para fazer uma análise.

Terceiro: Nurturing

Sua empresa tem uma marca sólida e há um bom plano de Marketing em ação. Está na hora de pensar no Nurturing, que é constituído de estratégias para reter os seus clientes. Pense que é muito mais fácil retê-los do que ir em busca de novos. Crie um plano dinâmico de contato , agregando valor, acompanhando, sem ser intrusivo, a utilização de seu produto ou serviço; dê apoio, complemente o uso com novos produtos. E o mais importante: nutra também os seus colaboradores! Eles são a porta de entrada dos seus negócios e, quando felizes, vão defendê-los com os olhos brilhando.

Site Inbound: como seu site pode gerar resultados?

Site Inbound: como seu site pode gerar resultados?

Talvez você já tenha o seu site. Mas ele lhe gera resultados? Conversões? Qual é o impacto dele em vendas?
Caso tenha respondido não ou não sei para essas questões, é porque o seu site não é inbound. Mas não se preocupe: com este artigo, você entenderá os principais pontos que vão transformar seu site em uma plataforma valiosa de seu segmento e captação de leads.

O que é um site inbound?

É um site com foco em engajamento, conversões e, consequentemente, mais oportunidades de vendas.
Para isso, o projeto de site é construído com o apoio de conhecimento técnico de diferentes áreas, como Design UX/UI, Conteúdo e Marketing Contextual, por exemplo. Todas as diferentes áreas de conhecimento contribuem para criar um site estruturado, instigando o usuário a realizar determinadas ações. Deste modo, o visitante é qualificado conforme suas interações – que levam-no ao fundo do funil de vendas.

Planejamento

O Planejamento é a etapa responsável pela criação da estrutura de todo o seu projeto de site. Portanto, é o momento de se fazer análises internas e externas de pontos cruciais, tais como:

  • Concorrência: como está a presença de seus concorrentes na internet? Existem elementos em comum? E oportunidades?
    Além do velho e bom Google, é possível obter insights dos seus de seus concorrentes e mercado através de ferramentas como a SimilarTech e o SemRush. Eles fornecem dados valiosos, como tráfego, páginas indexadas, tecnologias utilizadas e muito mais. A SimilarTech funciona como uma extensão do Chrome; o SemRush atua como uma plataforma de análise com recursos incríveis para descobrir lacunas não exploradas por sua concorrência.

    Obs.: vale enfatizar que o SemRush é pago, mas disponibiliza alguns recursos gratuitos.

  • Comportamento do consumidor: Se é seu primeiro site, você pode obter informações da sua equipe de vendas. Caso já tenha um site e está em busca da atualização de seu antigo, obtenha insights do Google Analytics, ou através do Hotjar. Este último possui análises bem interessantes, como o “mapa de calor” que demonstra as áreas onde ocorrem a maior parte das interações.

  • Posicionamento: Depois de obter dados, provavelmente poderá observar algumas oportunidades de mercado. Como gostaria que sua empresa fosse vista? Sem desconsiderar o posicionamento da sua marca no offline, reflita sobre como seria adaptar os insights obtidos com a linguagem, design e comunicação da sua marca. Mais importante: desconsidere achismos, gostos pessoais e preocupação exagerada com a estética do seu site – ele será criado para o seu público, não para sua equipe.

Design Inbound

O Design não é só para deixar seu site bonito, mas para que funcione de forma estratégica. No Inbound, conta com duas especialidades para seu novo site: UX e UI. Vamos entender melhor:

  • UX – User Experience – promove a melhor experiência possível para o usuário. Como será a arquitetura, o visual para transmitir as sensações desejadas e, enfim, tudo o que tornará a navegação pelo seu site inbound envolvente. Por isso, é considerado como o responsável por trabalhar o lado emocional do seu projeto de site.

  • UI – User Interface –  desenvolvimento da interface que fará o projeto ganhar vida. É através do UI que se definem as interações usuário-site. Portanto, essa especialidade trabalha com a parte lógica de seu projeto de site.
demonstração da diferença entre UX e UI Design: o lado direito do cérebro, UX, trabalha com o lado artístico; o esquerdo, com a lógica

UX trabalha a parte emocional; UI, a parte lógica. Ref.: Matilha Estúdio – Medium


UX e UI necessitam de conhecimentos de especialistas. Em vista disso, considere contratar profissionais de design e lógica de programação. Porém, existe uma técnica básica de Design que qualquer um consegue utilizar: o espaço em branco. Deixe livre as laterais do seu site, entre sessões e conteúdos diferentes – eles são o respiro que facilita a assimilação de seu conteúdo.

Conteúdo

 

Conteúdo é rei!

Conteúdo é o que promove o crescimento do seu site inbound. Ref.: Kona Company


Conteúdo é o rei – todos nós já sabemos. Mas não basta escrever qualquer coisa por aí – nem sair copiando, viu? Resumidamente, para criar bons conteúdos, considere:

  • Utilidade: criar conteúdo estrategicamente para que cada página responda a uma questão específica. Não abarrote as páginas com assuntos diferentes e inúteis aos usuários. Crie valor para seu público.

  • Evite clichês: “Sobre nós”, “Nossa história”, “Fale Conosco”, “Quem somos”. É o momento de utilizar os insights obtidos na etapa de planejamento com criatividade. Gere curiosidade e concentre-se no necessário: proponha soluções aos problemas de seus usuários – não se esqueça que eles podem fechar aba a qualquer momento.

  • SEO: potencialize seus conteúdos otimizando-os para os mecanismo de busca. Atualmente, SEO não é mais diferencial, é necessidade básica de um site inbound. Insira palavras-chave pesquisadas por seu público no Title, Description, nas imagens e meta-tags, dentre outros elementos, para cada página de seu site. Crie conteúdo otimizado e valioso em seu blog, para aumentar as chances de conseguir boas indexações no Google. É possível encontrar muitos materiais ricos e cursos gratuitos para SEO. Procure ficar atualizado, ou preferencialmente deixar a otimização de seu site sob a responsabilidade de algum especialista.


CTA’s

CTA’s (Call-To-Action) são aqueles botõezinhos irresistíveis que encontramos em sites inbound. Eles induzem, como seu próprio nome indica, o usuário a praticar determinadas ações, como baixar um e-book ou inscrever-se em um webinar.
Estrategicamente posicionados, os CTA’s permitem que os seus visitantes sejam qualificados, rumo ao fundo do funil de vendas.

Não existem fórmulas mágicas. Entretanto, é comum vermos posicionados em regiões de sites específicas, tais como: na lateral do menu com uma coloração diferente; saltando de pop-ups para que visitante não deixe seu site; no final de conteúdos.
Na hora de pensar como serão seus CTA’s, não se esqueça da criatividade. Afinal, “Fale Conosco” não é uma CTA tão atrativa, não é mesmo?

Contextual Marketing

O Contextual Marketing promove a personalização dos conteúdos para os usuários. Suas técnicas – utilizadas anteriormente apenas por e-commerces, permitem realização de ofertas cada vez mais específicas, relacionadas ao contexto de compra de clientes. 
Marketing Contextual é entregar o conteúdo certo, no momento certo e para a pessoa certa. Quanto mais conteúdos oferecidos de maneira estratégica, mais informações serão obtidas dos usuários e maior será a possibilidade de personalização.

Um exemplo bem comum de Contextual Marketing é receber um e-mail com o seu nome. Atualmente, com as excelentes ferramentas e possibilidades no mercado, além dos e-mails personalizados, é possível criar ofertas incríveis de acordo com a jornada de compra. Já pensou em promover uma oferta para um visitante único, a fim de que ele interaja com o seu site? Isso é utilizar o contexto ao seu favor.

Pronto para criar seu site inbound?

Com essas dicas valiosas, esperamos que você tenha compreendido por que criar uma estrutura inbound para o seu site é tão importante. É possível desenvolver um site inbound sozinho, mas tenha ciência de que essa atividade exigirá muito estudo e tempo.

Caso tenha optado por profissionais, existem freelancers e agências muito boas por aí. Se precisar de apoio, tem gente pronta para lhe ajudar nessa empreitada, viu? O importante é criar um site relevante, que atenda pelo menos os quesitos que citamos de forma profissional e com qualidade.

Seja bem-vindo ao Inbound Marketing. Bons resultados!